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Na sexta-feira passada, saiu uma entrevista com o Lauri no site peruano Worked Music, onde ele fala um pouco sobre como está sendo para ele voltar a morar na Finlândia depois de tantos anos vivendo nos Estados Unidos, sobre o lançamento do álbum Weirdo e de como ele ressignifica a estranheza como algo positivo. Além disso, ele comenta como a banda vem conquistando novos ouvintes ao mesmo tempo em que mantêm o seu público fiel. Confira abaixo a entrevista traduzida na íntegra! ;D Com mais de três décadas de carreira, The Rasmus prova que a reinvenção é parte de sua essência.
O The Rasmus é uma dessas bandas que conseguiu transcender a passagem do tempo sem perder sua identidade. Da Finlândia para o mundo, o quarteto construiu uma carreira sólida que combina atmosferas sombrias, melodias imediatas e uma autenticidade que os tornou uma referência no rock europeu. Sua história, marcada pela perseverança e pela capacidade de se reinventar, encontra um novo capítulo com Weirdo, seu décimo primeiro álbum de estúdio. Mais do que um simples lançamento, Weirdo se apresenta como uma declaração pessoal e coletiva. Suas músicas combinam guitarras mais pesadas, colaborações internacionais e um espírito de celebração do que antes era uma fonte de insegurança: ser diferente. O álbum redefine a estranheza como um valor e demonstra que, após mais de 30 anos de carreira, o The Rasmus continua a explorar territórios musicais sem perder a proximidade com seu público. Nesta entrevista, Lauri Ylönen compartilha a visão por trás de Weirdo, seu retorno à Finlândia e como a banda permanece criativamente ativa. Uma conversa que reflete não apenas o presente do The Rasmus, mas também sua capacidade de continuar se conectando com novas gerações de ouvintes. Como você está? Muito bem. Neste momento estou na Finlândia. No verão voltei para o meu país de origem. Estou muito feliz. Está muito escuro aqui e chove bastante, do jeito que eu gosto. Entendo. Você está feliz por estar de volta à sua cidade natal? Na verdade, não estou na minha cidade natal, mas sim no meu país. Me mudei um pouco para o interior. Eu queria ter esse tipo de vida tranquila e uma base em paz, porque minha vida costuma ser muito agitada: sempre em turnê ou trabalhando em estúdios em lugares diferentes. É bom estar de volta à Finlândia. Há muita natureza onde eu moro; é um ambiente muito puro, limpo e silencioso. Você sente que está se reconectando com suas raízes de alguma forma? Sim, de fato. Tenho visto muitos dos meus velhos amigos, muito mais do que nos últimos anos. Tudo me parece familiar, obviamente. Fiquei fora por apenas 11 anos. Morei nos Estados Unidos durante esse período e sei como a Finlândia funciona, como as pessoas são e como se comportam aqui. Não é nenhuma novidade para mim. Na verdade, voltar é muito reconfortante e seguro porque conheço essas pessoas. Essa é a minha gente. Isso parece muito especial. Bem, Lauri, estamos aqui por causa do seu lançamento recente. Vocês acabaram de lançar "Weirdo", seu novo álbum. Parabéns! Você está feliz com ele? Sim, estou. O álbum foi lançado na sexta-feira passada, e também começamos a turnê nesse mesmo dia. Fizemos o primeiro show aqui na Finlândia e conhecemos fãs de todos os lugares: México, Alemanha, Reino Unido, de vários lugares. As pessoas queriam estar no primeiro show da turnê em Tampere, aqui na Finlândia. Foi ótimo conhecê-los e receber suas primeiras impressões sobre as músicas. Eles já tinham suas favoritas. É sempre bom encontrar os fãs. Somos bastante acessíveis e as pessoas geralmente se animam a conversar conosco. É muito legal. Claro. A maior parte do seu público cresceu com vocês; geralmente, eles estão na faixa dos 30 ou 40 anos. Eu, pessoalmente, sou um grande fã do The Rasmus: lembro-me de ter 12 anos e ouvir os seus álbuns no volume máximo. Agora estou prestes a entrar na casa dos 30 e sei que alguns dos seus fãs são ainda mais velhos. Vocês cresceram junto com o seu público. Você sente que ainda estão capturando a atenção de um público mais jovem? Sim. Na verdade, vemos isso em estatísticas, como no Spotify: quem está ouvindo e aonde. É algo curioso, mas gosto de ver esses dados porque cada vez mais jovens entre 20 e 35 anos estão ouvindo. Acho que são as novas músicas que geram isso. É um mistério como funciona, mas é um bom sinal de que novas gerações estão descobrindo nossa música. Parece que temos muito a oferecer se alguém ouve uma faixa e depois vai ao Spotify e descobre que temos 11 álbuns e algumas centenas de músicas. Se você gosta, é um achado incrível, pois você pode passar dias explorando o mundo do The Rasmus e sua longa história. Claro, também há aqueles que nos acompanham desde o início. Eu até conheci alguém na sexta-feira passada no show que tinha ido a um show em 1995, 30 anos atrás, quando tínhamos apenas 15 ou 16 anos. Nós respeitamos muito isso. Qualquer pessoa que goste da música me deixa feliz porque, antes de tudo, eu a faço para mim. Mas é sempre gratificante saber que isso impacta alguém, que alguém se sente mais animado ou esperançoso depois de ouvir nossas músicas. Esse é o maior elogio que alguém pode receber como compositor e artista. Você mencionou que "Weirdo" é o seu 11º álbum. O que ele representa para vocês como banda e qual é a história por trás dele? O título é Weirdo ("estranho"). Essa palavra me acompanhou por toda a minha vida. Quando eu era mais jovem, as pessoas a usavam para me insultar, para me rebaixar por causa da minha aparência ou do meu jeito de pensar. Mas eu sempre mantive meu estilo e continuei lutando. Depois de 30 anos sendo um "weirdo", ainda estou aqui e, na verdade, tive uma vida boa. Eu queria comemorar esses 30 anos e ressignificar a palavra: transformá-la em algo positivo. Prefiro ser estranho do que ser como todo mundo e chato. É importante ser fiel a si mesmo, expressar-se exatamente como você quer e ser autêntico. Essa é a única obrigação que você tem. Acho que vocês sempre celebraram essa estranheza e aqueles que são diferentes. Como você acha que essa ideia evoluiu ao longo desses 30 anos? Quando você cresce e tem mais experiências, ganha mais perspectiva e fica mais fácil aceitar os seus defeitos. Eu costumava ficar obcecado com minhas inseguranças: que sou baixo, que tenho o nariz pequeno, que não sou o melhor cantor, que não sou tão bom quanto outra pessoa... sempre me comparando. Isso é típico de quando você é jovem e está construindo sua identidade. À medida que envelhece, você aprende a relaxar e a não se preocupar tanto. Você chega àquele ponto em que diz: "Não me importa o que você fala". Você ganha confiança. Ainda assim, sinto que não estou completo. Não estou terminado. Ainda tenho muito a aprender, muitos sonhos a realizar. E acho que é uma decisão consciente: não quero estar "pronto". Quero continuar no caminho, porque é muito mais divertido. Acho que nunca paramos de aprender. No dia em que paramos, estamos perdidos. Gostaria de falar sobre o som do álbum. O que o inspirou? Como foi voltar ao estúdio com a banda? Sei que vocês colaboraram com Niko Vilhelm e Lee Jennings, e que o álbum tem cinco videoclipes. Como foi todo esse processo? O som está um pouco mais pesado e forte do que antes. Isso foi intencional: provavelmente porque tenho ouvido músicas mais pesadas ultimamente e escrevi riffs de guitarra que definem o tom. Este álbum é mais centrado na guitarra. E sim, tivemos convidados especiais. Niko, do Blind Channel, um amigo finlandês. Mostramos a música para ele e ele aceitou imediatamente. No dia seguinte, ele já tinha gravado a parte dele; foi incrível. Também tem Lee Jennings, da banda americana The Funeral Portrait. Nós os conhecemos na turnê deles pelos EUA este ano; nos conectamos imediatamente. Convidei-o para participar de Weirdo, e descobrimos que eles têm uma música chamada "Stay Weird", com uma ideia muito parecida. Foi uma ótima coincidência e uma ótima combinação. Eles até se juntarão a nós na nossa turnê europeia; será a primeira vez que estarão aqui. Há músicas que inicialmente achei que soariam muito pop, mas trabalhamos nelas, as tornamos mais potentes e, no final, ficaram muito boas. É bom mostrar meu lado alegre também; nem tudo em mim é triste ou melancólico. E essa diversidade faz parte da minha personalidade. Sim, dá para ver. Agora, sobre os produtores: vocês trabalharam com grandes nomes como Desmond Child e Marti Frederiksen. Como foi a experiência e a dinâmica entre a Grécia e Nashville? Desmond é um velho amigo. Ele entrou em contato comigo pela primeira vez em 2007. Ele é uma lenda: compôs para Kiss, Aerosmith, Bon Jovi, Alice Cooper e muitos outros. Bandas que eu ouvia quando criança. Temos uma tradição com ele: ir a uma ilha grega para compor músicas. É um lugar especial, quase escondido. Já estive lá umas cinco vezes. Marti também foi, e nos conectamos imediatamente, compondo um monte de músicas. Foi muito inspirador, quase como um acampamento criativo. Depois disso, fomos para Nashville, a capital da música dos EUA, e continuamos compondo em seu estúdio. Este álbum nasceu em diferentes continentes e países, mas isso não é algo novo para nós: sempre trabalhamos internacionalmente. Houve uma época em que eu morava no Havaí, Pauli em Singapura, Eero na Austrália e Aki na Finlândia. Era uma loucura coordenar os horários, mas conseguíamos. E agora que a turnê começou, como estão as coisas? Começamos no mesmo dia do lançamento, na Finlândia. Passaremos quatro semanas aqui antes de seguir pela Europa e encerrar no México pouco antes do Natal. O começo foi muito bom. Conhecemos os fãs e ouvimos suas opiniões sobre o álbum. Por exemplo, "Banksy", uma música punk, funcionou muito bem ao vivo; dava para sentir a energia do público. É emocionante tocar as novas músicas pela primeira vez. Em julho, vocês tocaram no Atlas Festival, na Ucrânia, em meio à guerra, num ato de enorme generosidade. Como foi essa experiência? Foi um show beneficente. Arrecadamos fundos para um hospital infantil e trouxemos alegria em meio à crise. Foi muito significativo e me senti orgulhoso de fazer parte da banda nesse momento. Foi assustador, claro, mas tudo acabou bem. Para encerrar, quais são os próximos projetos da banda? Continuaremos a turnê europeia por umas três semanas. Enquanto isso, tentarei arrumar minha casa antes de partir. Depois, voltarei para o Natal, e espero que o Papai Noel chegue com muitos presentes. Fonte: Worked Music Autora: Luzie Fernández Postagem: Misael Beskow
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Temos a satisfação de trazer para vocês a melhor notícia dos últimos 7 anos: THE RASMUS VIRÁ AO BRASIL EM 2026 com a Weirdo Tour!!! Em entrevista ao Renato Melo para o site Blog n'Roll, o Lauri confirmou que a ideia da banda é voltar ao nosso país no início do ano que vem! Além disso, ele mencionou outros detalhes sobre a produção do álbum Weirdo. Confira abaixo a entrevista na íntegra! ;D
O The Rasmus acaba de lançar Weirdo, seu 11º álbum de estúdio, um trabalho que equilibra peso, melodia e uma mensagem de aceitação (confira o review do álbum aqui). Com faixas que vão do impacto imediato de Creature of Chaos ao intimismo de I’m Coming for You, o disco mostra a maturidade da banda finlandesa ao mesmo tempo em que resgata a energia dos primeiros anos. Nesta entrevista ao Blog N’ Roll, o vocalista Lauri Ylönen conta de maneira exclusiva que a banda voltará ao Brasil em 2026, após 8 anos, e fala também sobre a ida à Grécia para compor o álbum e sobre questões pessoais que influenciaram as letras. O que o título Weirdo representa para você e para a banda neste momento da carreira? Essa palavra sempre esteve ao meu redor. Quando eu era criança, as pessoas me chamavam assim como um insulto. Foi difícil me aceitar quando era mais jovem, com meu visual diferente, penteado, maquiagem e roupas. Mas sempre mantive meu estilo, não importava o quanto tivesse que lutar. Quero celebrar 30 anos de The Rasmus e 30 anos de ser um weirdo. Isso conta minha história e, talvez, sirva de exemplo para jovens que precisam acreditar em si mesmos. Queremos transformar essa palavra em algo positivo, e não em um insulto. Como é a cena musical na Finlândia? Aqui no Brasil, as crianças da minha sala também não me entendiam e curtiam o samba e a música sertaneja. E no seu país? A Finlândia é conhecida por rock e metal, e eu tenho muito orgulho disso. Somos uma nação pequena, com cerca de 5,5 milhões de pessoas, e mesmo assim o mundo conhece nossas bandas. É impressionante como produzimos tanta música. Acredito que o som mais sombrio da Finlândia vem do clima. Tudo por aqui é um pouco mais intenso: a comida, as bebidas, até os doces. Isso se reflete também na música. É incrível ver como os shows de rock e metal unem gerações, com pessoas de 17 a 75 anos dividindo a primeira fila. Existe uma comunidade muito forte, todos se sentem acolhidos. Grande parte das músicas foi escrita na Grécia. Como esse ambiente influenciou o som do disco? Não sei se o lugar em si influencia diretamente, mas é ótimo para escrever. Fomos cinco vezes para lá com o produtor Desmond Child. É um lugar silencioso, afastado do mundo, perfeito para se concentrar. A ilha em que ficamos tem centenas de capelas brancas espalhadas pelas montanhas, o que dá uma atmosfera espiritual especial. A natureza é dura, seca, cheia de oliveiras, bem diferente da Finlândia. Eu gosto muito da Grécia. Você citou Desmond Child, mas o álbum também teve outro grande nome, o Marty Frederiksen. O que mais aprendeu com eles? Ambos são fantásticos, verdadeiras lendas. Desmond trabalhou com Kiss, Aerosmith, Bon Jovi, Alice Cooper. Marty, com Ozzy Osbourne e também Aerosmith. É incrível tê-los produzindo nossa música, já que sempre me considerei parte de uma pequena banda. Acho que eles gostam de trabalhar conosco porque temos um som diferente. Desmond chegou a dizer que certas melodias nossas nunca apareceriam nos Estados Unidos, mas que eram únicas do The Rasmus e muito especiais. Trabalhar em Nashville, em um grande estúdio, foi uma experiência inesquecível. Weirdo traz elementos de nu metal, pop, indie rock, mas ainda soa como The Rasmus. Como é se reinventar sem perder os fãs de longa data? Nossos fãs já estão acostumados a não saber o que esperar. Sempre fazemos música que nos deixe felizes primeiro. Já experimentamos sons eletrônicos, como no álbum Dark Matters, que talvez não tenha sido o melhor, mas foi essencial para nossa trajetória. Queremos ter uma carreira longa, e isso exige explorar novos caminhos. Agora senti vontade de trazer de volta as guitarras e o som mais pesado. Tivemos grandes riffs como base e contamos com produtores incríveis. Além de Desmond e Marty, trabalhamos com Joseph McQueen, de Los Angeles, que trouxe um toque moderno ao disco. E sobre os fãs brasileiros? O que eles podem esperar do setlist da turnê Weirdo? O Brasil está nos planos? Sim, mas só no próximo ano. Este ano já está todo planejado para a Europa e alguns shows no México. Em 2026 vamos fazer América Latina, Estados Unidos, Austrália e muitos outros lugares. Não posso dar mais detalhes agora, mas o Brasil está confirmado. Alguns fãs interpretaram a música Rest in Pieces como se falasse da saída do Pauli da banda. Pode falar mais sobre isso? Prefiro não citar nomes, mas essa música é pessoal sim. É sobre um velho amigo que me traiu. Acho que todos já passaram por isso, confiar em alguém e se decepcionar profundamente. Escrevi essa faixa no fim do processo de gravação, quase sozinho, e senti que precisava estar no álbum. Acabou se tornando o primeiro single. Para encerrar, pode deixar uma mensagem para os fãs brasileiros? Pessoal do Brasil, desculpem não conseguirmos ir este ano, mas em 2026 estaremos aí. Espero que possamos tocar em muitos shows e encontrar todos vocês. Até breve, cuidem-se! DISCLAIMER: Sobre a confirmação do The Rasmus vir ao Brasil em 2026, mencionada pelo Lauri na entrevista à Blog n’Roll, é importante frisar que: ainda não existem datas nem locais definidos. A banda segue em negociação com produtoras para a realização do(s) show(s) por aqui. Tão logo essas informações sejam definidas, serão divulgadas através dos canais oficiais da banda. Até lá, só nos resta aguardar e torcer para que tudo dê certo! Fonte: Blog n'Roll Autor: Renato Melo Postagem: Misael Beskow Saiu hoje o tão aguardado novo álbum do The Rasmus, WEIRDO!!! O 11º trabalho de estúdio da banda já está disponível nas principais plataformas de música: Spotify, Apple Music, Amazon Music, Deezer e Tidal (links abaixo). E o videoclipe da faixa-título, em parceria com o Lee Jennings da banda The Funeral Portrait, também já está no ar no YouTube! A banda anunciou hoje através de uma newsletter: "Ouçam, criaturas! Então, o novo álbum Weirdo foi lançado hoje. Vocês podem comprar, ouvir em streaming, baixar, compartilhar, curtir, dançar como loucos e mergulhar fundo em todas as músicas. Estamos muito, muito felizes e orgulhosos deste álbum. Nosso décimo primeiro! Espero que gostem. Obrigado por todo o apoio". Sobre o clipe da faixa-título, eles acrescentaram: "Este videoclipe é especial. Filmamos em abril. Primeiro em Tallinn, na Estônia, e depois Lee adicionou suas partes com Lauri durante nossa turnê pelos EUA na primavera. Lauri interpreta personagens diferentes aqui. Esta música é como uma música tema para o álbum. E para as nossas vidas também. Não somos todos Weirdos?" “Weirdo foi a primeira música que escrevemos e ela moldou o conceito de todo o álbum”, diz Lauri. “Ela celebra ser diferente e individual. Desde a primeira canção que escrevi em 1994, chamada Myself, eu me senti um excluído, alguém que não se encaixa totalmente”. “Fazer parte de Weirdo com o The Rasmus tem sido incrível”, continua Lee Jennings, vocalista do The Funeral Portrait. “É um hino para os excluídos, e estou muito orgulhoso de como ficou. Trabalhar com uma banda tão icônica tem sido incrível, e agora vamos pegar a estrada juntos pela Europa. Preparem-se! The Funeral Portrait e o The Rasmus vão representar todos os Weirdos pela Europa neste novembro”. Sobre a Weirdo Tour, a banda finaliza: "A turnê começa hoje! Em Tampere, Finlândia. Ensaiamos, preparamos a iluminação, afinamos as guitarras, alugamos um monte de equipamentos, reunimos nossa querida equipe e agora estamos prontos para cair na estrada! Mal podemos esperar para tocar e encontrar vocês. Nosso repertório está incrível — tocaremos todos os sucessos, algumas faixas profundas e também temos algumas surpresas".
Hoje é 27 de julho, dia em que o The Rasmus Soldiers Brasil completa 16 anos de existência!!!
Nossa história começou lá em 2009, apenas como um grupo no MSN e uma comunidade no Orkut. Depois, lançamos o nosso site, fundamos o fã clube e mais recentemente o transformamos em fan network. Após esses 16 anos, seguimos com a missão de acompanhar o The Rasmus e trazer os melhores conteúdos e informações sobre a banda para os fãs brasileiros! Para marcar essa data, trouxemos para vocês alguns momentos especiais que fizeram parte da nossa trajetória junto com o The Rasmus e os fãs. Agradecemos muito a todos vocês pelo apoio e pela parceria em todos esses anos! Postagem: Misael Beskow Saiu o novo single do The Rasmus, LOVE IS A BITCH!!! A canção é o quarto single do próximo álbum "Weirdo" e já está disponível nas principais plataformas de música: Spotify, Apple Music, Amazon Music, Deezer e Tidal (links abaixo). E o videoclipe de Love Is a Bitch também já está no ar no YouTube! Postagem: Misael Beskow Após alguns rumores publicados nas redes sociais nos últimos dias, hoje o The Rasmus confirmou através de uma newsletter que lançará um novo single chamado "Love Is a Bitch" na sexta-feira, dia 11 de julho! Confira a íntegra do anúncio abaixo ;D Olá, criaturas! Ah, foi muito divertido fazer turnê pelos EUA e Canadá. Encontramos alguns velhos amigos, que não víamos desde a primeira vez que fizemos shows lá há muito tempo. E muitos fãs novos! E os shows foram super intensos, em locais pequenos onde pudemos ficar bem próximos do público. Adoramos isso! Quando voltamos para a Finlândia, demorou um pouco para nos acalmarmos da euforia da turnê, mas agora estamos todos adaptados ao verão nórdico, curtindo as noites longas e iluminadas, nadando nos lagos e lutando contra os mosquitos. Mas, sem tempo a perder, continuamos lançando músicas novas e o próximo single sairá no dia 11 de julho. A faixa se chama LOVE IS A BITCH e estará disponível para PRE-SAVE amanhã, 3 de julho. Lauri chamou a canção de faixa-curinga, e ela se destaca das demais faixas que gravamos. Uma prévia do áudio já está disponível no TikTok, então você pode começar a usá-la em suas criações agora mesmo. E se você clicar no botão abaixo e acessar nossa Fanpage, poderá fazer o pre-save de todos os nossos lançamentos futuros, incluindo o álbum Weirdo que sairá em 12 de setembro. E nós acabamos de lançar alguns novos produtos que estão disponíveis em nossa loja online. Até mais! Com carinho e respeito, The Rasmus Fonte: The Rasmus Newsletter Tradução e postagem: Misael Beskow Ontem foi lançado o novo single do The Rasmus, "Break These Chains", e junto com ele a banda anunciou novidades sobre o novo álbum "Weirdo": sua data de lançamento (confirmada), a capa e a tracklist completa com 10 canções. Confira abaixo todos esses detalhes divulgados pela banda através de uma newsletter, e também algumas informações publicadas pelos sites Chaoszine e Blabbermouth ;D "Olá, criaturas! Com apenas alguns shows restantes nos EUA e Canadá, trazemos ótimas notícias! Chegou a hora de 'Break These Chains', finalmente. Esperamos muito que vocês gostem. É uma música especial para nós. Muito pessoal para o Lauri. Nos divertimos muito gravando o videoclipe em Tallinn, na Estônia, no início de abril. Niko Vilhelm, do Blind Channel, se juntou a nós; foi uma alegria encontrá-lo novamente, ele é um cara muito gentil. Ele teve alguns momentos de 'Clube da Luta' com o Lauri, enquanto faíscas de fogo voavam no ar. E o Lauri pôde curtir a Lamborghini amarela - que fera! Então, assistam ao clipe, ouçam a música, baixem e se deliciem", diz o The Rasmus na newsletter. O videoclipe de "Break These Chains" foi dirigido por Aleksei Kulikov. A faixa, que explora a dinâmica de um relacionamento tóxico, marca um novo capítulo para a banda com uma direção sonora mais pesada. "É sobre abrir mão de algo que você sabe que é ruim para você, mas pelo qual você é obcecado", afirma Lauri. "The Rasmus sempre foi uma das minhas inspirações musicais, então fiquei naturalmente emocionado quando Lauri me ligou e me convidou para colaborar", comenta Niko Vilhelm sobre a parceria. "Minha empolgação só aumentou quando ouvi a música. O som mais pesado combina incrivelmente bem com a banda. É incrível ver para onde o The Rasmus está indo agora". A banda continua na newsletter: "Hoje compartilhamos as novidades sobre o novo álbum, 'Weirdo' que será lançado em 12 de setembro. Estamos muito orgulhosos dele. 'Weirdo' já está disponível para pré-venda agora. Além do álbum digital, ele vem como um CD em um digipack bacana, um LP em uma cor roxa/rosa descolada (diferente na Europa e nos EUA). E uma fita cassete — hey, isso é tão antigo — mas nós adoramos. Aperte o play, volte e comece de novo! E mais: um box set — que é um mimo especial para aqueles que mais nos amam. Você recebe o CD, o LP em uma cor diferente, um patch redondo bordado para costurar na sua jaqueta, uma cartela com alguns adesivos legais. Além de uma revista/fanzine de 60 páginas com centenas de fotos inéditas, todas as letras das músicas e muito mais. Nós a chamamos de 'Razine'. E também um cartão autografado (nos divertimos escrevendo nos cartões em Tallinn). E o box set é super limitado e numerado também. E você sabe que adoramos tatuagens (bem, alguns de nós mais do que outros). Na caixa, você também recebe uma folha com várias tatuagens temporárias do The Rasmus. Mal podemos esperar para ver vocês usando!" A tracklist do álbum: 01. Creatures Of Chaos 02. Break These Chains (feat. Niko Vilhelm do Blind Channel) 03. Rest In Pieces 04. Dead Ringer 05. Weirdo (feat. Lee Jennings do The Funeral Portrait) 06. Banksy 07. Love Is a Bitch 08. You Want It All 09. Bad Things 10. I’m Coming for You As músicas do álbum "Weirdo" foram compostas principalmente em Folegandros, Grécia, em colaboração com os lendários compositores Desmond Child (Bon Jovi, Aerosmith, Alice Cooper) e Marti Frederiksen (Aerosmith, Ozzy Osbourne). As gravações demo foram criadas na Finlândia em julho de 2023, antes da finalização do álbum no Sienna Studios de Frederiksen, em Nashville. A produção foi dividida entre Frederiksen, Child e Joseph McQueen, cuja produção adicional confere um toque especial a faixas como "Creatures of Chaos" e "Break These Chains". Lauri também assumiu o papel de produtor na faixa "Rest in Pieces", ao lado de Alex Mattson (da banda Blind Channel). "Nosso 11º álbum, Weirdo, carrega em grande parte a mesma mensagem do nosso primeiro disco, de 1996: defender a singularidade e a coragem de ser você mesmo. Essa tem sido a nossa filosofia desde o início", explica Lauri. "Nesta sociedade, sempre senti que precisava provar o meu valor por ser como sou ou por fazer as coisas que faço. Sempre me senti como um estranho, que não se encaixava nos padrões. Já me chamaram de aberração, desajustado e esquisito. Isso costumava me irritar — mas não mais. Hoje em dia, não tenho vergonha disso — pelo contrário, é a minha fonte de força e confiança. Percebi o poder disso. Todas as pessoas interessantes e inspiradoras são um pouco estranhas", acrescenta.
The Rasmus finaliza a newsletter: "Ok, voltando ao ônibus da turnê para os últimos shows. Nos divertimos muito fazendo shows nos Estados Unidos, conhecendo fãs antigos - e muitos novos também. O público americano é caloroso e acolhedor, e mal podemos esperar para voltar para mais shows. Certo, fiquem seguros por aí! Com carinho e respeito, The Rasmus" Fontes: The Rasmus Newsletter, Chaoszine e Blabbermouth Tradução e postagem: Misael Beskow Saiu o novo single do The Rasmus, BREAK THESE CHAINS!!! A canção é uma parceria com Niko Vilhelm da banda Blind Channel e já está disponível nas principais plataformas de música: Spotify, Apple Music, Amazon Music, Deezer e Tidal (links abaixo). Além disso, o videoclipe da canção já está disponível no YouTube! Junto com o lançamento do novo single, a banda CONFIRMOU através do seu Instagram que o próximo álbum se chamará “WEIRDO” e será lançado no dia 12 de setembro!!! Postagem: Misael Beskow Lauri concedeu uma entrevista para a revista chilena Rockaxis, publicada no último dia 24 de abril. Nela, ele fala um pouco sobre a nova fase do The Rasmus com músicas mais pesadas, sobre a nova parceria com Desmond Child e sobre os 20 anos do álbum Hide From The Sun. E ele promete: a banda planeja vir para a América do Sul com a Weirdo Tour em 2026! Confira abaixo a entrevista traduzida na íntegra ;D Com mais de 30 anos de experiência, milhões de álbuns vendidos e um legado que marcou toda uma geração com hinos como "In the Shadows", The Rasmus continua a escrever sua história com a mesma intensidade e autenticidade que os caracterizam desde o início. Da Finlândia para o mundo, a banda liderada por Lauri Ylönen continua explorando novos sons sem perder sua essência, e se prepara para uma nova etapa com o lançamento do single 'Creatures of Chaos', um hino para os desajustados, carregado de escuridão, energia e uma mensagem de pertencimento. A poucos dias do início da Weirdo Tour 2025, que já inclui datas na Europa, Estados Unidos e México, nos conectamos online com o vocalista para falar sobre esse novo capítulo musical, o retorno a um som mais agressivo, a conexão com seus fãs latino-americanos e os planos que poderiam trazê-los de volta ao Chile. - 'Creatures of Chaos' parece um chamado direto a todos os desajustados. Quão pessoal foi para você escrever essa música, especialmente nestes tempos tão polarizados? - Acho que agora é mais necessário do que nunca enviar esse tipo de mensagem. É muito importante dizer essas coisas em voz alta. Hoje em dia, ser você mesmo se tornou um desafio, principalmente devido à pressão constante que vem, por exemplo, das redes sociais. Existem muitos estereótipos impostos: como um homem deve ser, como uma mulher deve ser. Querem colocar você em uma caixa. Mas a mensagem do The Rasmus sempre foi clara: venha como você é, seja quem você é e ame quem você quiser amar, sem se preocupar com o que os outros possam pensar. Essa tem sido a nossa essência desde o primeiro álbum. Desde lá já escrevia letras com esse espírito e agora, 30 anos depois, permaneço fiel a essa filosofia. Talvez eu tenha aprendido mais sobre a vida e possa expressar isso com mais clareza, mas, no fundo, a mensagem continua a mesma. - Você mencionou a necessidade de soar mais pesado. Esse single marca o início de uma fase mais agressiva para o The Rasmus? - Eu penso que sim. As duas músicas que lançamos recentemente, 'Creatures of Chaos' e 'Rest In Pieces', são bons exemplos do que está por vir com o novo álbum. Estou muito animado com essa nova fase, de me aprofundar em um som mais pesado. Sempre fui fã de bandas como Slayer e Metallica, desde que era adolescente. Essa energia intensa sempre esteve dentro de mim, mas nunca a expressei totalmente na música do The Rasmus. Portanto, este novo capítulo representa uma espécie de libertação artística. Estou muito animado com o que está por vir. - Essas duas músicas farão parte de um novo álbum? O que você pode nos contar sobre ele? Vocês já têm um título ou data de lançamento? - Não posso revelar isso ainda. Tudo está a caminho, mas eu diria que acontecerá ainda este ano. É tudo o que posso dizer por enquanto. Estivemos muito ocupados nos últimos meses, gravando vários vídeos e preparando todo o conteúdo. Temos muito para compartilhar com vocês e estamos muito animados. Mas estamos indo passo a passo. - Você voltou a trabalhar com Desmond Child e Marti Fredriksen, que foram fundamentais em álbuns anteriores da banda. Como essa colaboração influenciou nesse novo material? - Foi ótimo trabalhar com Desmond novamente. Somos amigos há muito tempo; começamos a compor músicas juntos em 2006, então já faz um tempo. Ele não é apenas um grande mentor musical para mim, mas também alguém que me ensinou muito sobre a vida. Ele me aconselhou e me ajudou a reorientar meu caminho quando precisei. Devo muito a ele, tanto eu quanto o resto da banda. Nós escrevemos muitas músicas na Grécia, como parte de uma tradição que temos. Vamos para uma pequena ilha, a cerca de quatro horas de barco de Atenas, um lugar que pouca gente conhece. Lá encontramos um pequeno hotel na beira de um penhasco, cerca de 100 metros acima do nível do mar. É um lugar incrivelmente inspirador para compor. Na verdade, começamos a escrever músicas lá há 20 anos. Então, voltar para aquele lugar e trabalhar com Desmond foi como voltar para casa. - A Weirdo Tour já inclui datas na Europa, Estados Unidos e México. A América Latina, especialmente o Chile, está incluída nos seus planos? - Ah sim! Temos muitos planos. Infelizmente, não conseguimos incluir a América do Sul este ano. Já estamos em maio e começaremos nossa turnê pela América do Norte na semana que vem. Isso aconteceu de forma bastante espontânea, pois tivemos a oportunidade de participar de uma turnê com o The Funeral Portrait. Isso é emocionante porque não tocamos na América do Norte há 16 anos, o que é uma loucura. Estamos muito animados com esta turnê, que durará cerca de cinco semanas, principalmente na Costa Leste. Depois vem a parte europeia, e depois vamos tocar em lugares como Dubai, Cazaquistão, Quirguistão... destinos bem interessantes. Por fim, perto do final do ano, iremos ao México para três shows. E minha esperança é que na primavera do ano que vem possamos tocar na América Latina, incluindo todos aqueles países maravilhosos que estão nos esperando. Vemos mensagens de fãs da América do Sul em nossas redes sociais todos os dias, escrevendo e comentando sem parar. Mantivemos contato com eles, e sim: estamos indo. - O que os fãs podem esperar em termos de produção de palco e setlist? Vocês incluirão músicas inéditas nesta turnê? - Estamos ensaiando muitas músicas de toda a história da banda. Não posso revelar muito ainda, mas temos pelo menos umas 30 músicas prontas. Quando chegar a hora de tocar na América Latina, vamos repensar o setlist para adaptá-lo a cada país. Às vezes até perguntamos aos fãs nas redes sociais: "Vocês conseguem montar o setlist perfeito para o Chile?" E em cinco minutos nós temos isso. Isso é ótimo, porque também queremos agradar o público. Para mim, não importa muito quais músicas estão incluídas, contanto que haja algumas das minhas favoritas, como 'Immortal', 'Creatures of Chaos' e, claro, 'In the Shadows'. O resto pode ser qualquer coisa. Os fãs geralmente sugerem faixas antigas que nem havíamos considerado, então é muito valioso tê-los envolvidos nessa parte do processo. - Este ano vocês têm músicas novas, mas também é o 20º aniversário do lançamento de "Hide from the Sun", o álbum que os trouxe ao Chile pela primeira vez em 2006. O que esse álbum representa para vocês? Haverá algum tipo de reedição como fizeram com "Dead Letters"? - Eu realmente não tinha pensado nisso. É verdade que em breve fará 20 anos, mas estou tão focado no novo álbum e nessa nova fase do The Rasmus, especialmente com a adição de Emppu na guitarra, que não tenho olhado muito para trás ultimamente. No entanto, "Hide from the Sun" foi um álbum muito importante para a história da banda. Foi um sucesso especialmente na América Latina e no México, ainda mais que "Dead Letters", alcançando o primeiro lugar em vários países. Embora "In the Shadows" tenha sido um grande sucesso como música, acho que em termos de álbum, "Hide from the Sun" teve um impacto ainda maior. Toda vez que vamos para a América Latina, os fãs sempre pedem músicas desse álbum. E eu quero que as pessoas saiam felizes dos nossos shows. Eu odeio ir a um show e não ouvir minhas músicas favoritas, não é bom. Às vezes as bandas se cansam de tocar seus sucessos, mas acho que isso é um erro. Se você tiver um sucesso, toque-o duas vezes por noite, se necessário. É assim que eu vejo. - Mais de 20 anos depois de "In the Shadows", como você se sente em relação a essa música hoje e ao impacto que ela continua a ter nas novas gerações? - 'In the Shadows' é uma música bem estranha, no bom sentido. Não creio que exista algo parecido no mundo. É especial. Mesmo hoje, sempre que toca no rádio, ainda parece nova. Não é possível colocá-la facilmente em um único gênero. É como uma mistura de estilos, e acho que é aí que está sua magia. É tão única que soa atemporal. Adoro tocá-la ao vivo porque é a que causa mais impacto no público. As pessoas simplesmente enlouquecem quando começa, todo mundo gritando "Ah, eu conheço essa música!" e, por um momento, todos se sentem 20 anos mais jovens. É maravilhoso. - Para encerrar, há alguma curiosidade ou história por trás dessa nova fase que você gostaria de compartilhar com seus fãs? - Sim. O que aconteceu dentro da banda nos últimos anos foi muito importante. Depois que Pauli, nosso guitarrista, saiu, e Emppu entrou, houve um processo de cura, algo bom aconteceu. Graças à Emppu, mas também a nós três — Eero, Aki e eu — que entendemos o quão importante essa banda é, tanto para nós quanto para nossos fãs. Não sei por que, mas me sinto mais enérgico, mais confiante... mais de tudo. Começar esta nova era do The Rasmus, com esta formação e esta música incrível, é muito poderoso. Mal posso esperar para sair em turnê, porque sinto que estamos no nosso melhor momento. Fonte: Rockaxis Redator: Matias Arteaga S. Tradução e postagem: Misael Beskow Conforme já havíamos antecipado na semana passada, hoje o The Rasmus confirmou através de uma newsletter que lançará um novo single chamado "Break These Chains" na sexta-feira, dia 16 de maio! A canção é uma colaboração com Niko Vilhelm, vocalista da banda finlandesa Blind Channel. Confira a íntegra da newsletter abaixo ;D Olá, criaturas! Na próxima semana, dia 16 de maio, lançaremos nosso novo single, "Break These Chains"! E temos o prazer de anunciar que Niko Vilhelm, da banda Blind Channel, se juntará a nós nesta faixa. Nós o amamos e amamos o Blind Channel, então isso é simplesmente incrível! Então, façam o pre-save e nos sigam na nossa Fanpage para mais novidades em breve!! Com amor e respeito, The Rasmus Fonte: The Rasmus Newsletter Tradução e postagem: Misael Beskow |
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